Dr. Alan Landecker - Cirurgia Plástica e Clínica de Estética

A Clínica
Rinoplastia antes Antes Rinoplastia técnica Técnica Rinoplastia depois Depois

Tudo o que você precisa saber sobre rinoplastia e rinoplastia secundária:


Guia de Cirurgia de Rinoplastia

Normalmente o paciente chega no consultório do especialista em rinoplastia com várias dúvidas como:


Como é o pós-operatório da minha cirurgia de rinoplastia?

Como se dá a parte funcional após a rinoplastia secundária?

O que fazer para corrigir a minha rinoplastia primária?


Para responder estas e muitas outras dúvidas, criamos um glossário completo onde procuramos apresentar de forma simples e clara todos os detalhes das cirurgias de rinoplastia e rinoplastia secundária, desde seus aspectos técnicos até questões da recuperação.

Nada melhor do que uma conversa franca com uma explicação detalhada sobre os procedimentos para o médico tranquilizar um paciente que irá sofrer uma cirurgia ou ainda, os pacientes que já executaram uma rinoplastia e esta não está do seu agrado. Leia atentamente todo o material!

A Cirurgia de Rinoplastia Secundária - Parte I

A rinoplastia estruturada realizada pelo Dr. Alan Landecker, em casos de rinoplastia secundária, consiste dos seguintes passos:

1) Abertura do Nariz

Existem duas vias de acesso para executar as diferentes filosofias em rinoplastia secundária: fechada e aberta. Na técnica fechada, a cirurgia é realizada por dentro do nariz, sem incisões externas. Esta técnica oferece visualização limitada e incompleta das cartilagens que formam o esqueleto do nariz, especialmente as da ponta. Na técnica aberta, o esqueleto ósseo e cartilaginoso do nariz é completamente exposto através de incisões por dentro do nariz e uma pequena incisão externa na columela (coluna de pele entre as narinas).


O emprego da via aberta em casos primários e para corrigir as deformidades do nariz (rinoplastia secundária) pode ter as seguintes vantagens:

• A rinoplastia aberta oferece visualização direta e completa do esqueleto que forma o dorso e a ponta do nariz. Desta forma, pode ser possível diagnosticar os fatores responsáveis pela deformidade e esculpir as cartilagens e ossos com maior precisão do que a técnica fechada.

• A abordagem aberta pode facilitar a retirada de cartilagem do septo, que é o material preferido para fabricar os enxertos que serão usados no fortalecimento do esqueleto remanescente.

• A visão direta pode oferecer a possibilidade de fixar as cartilagens e enxertos com mais segurança, espaço e precisão, visando combater o efeito de distorção do tecido de cicatrização e das forças respiratórias após a cirurgia.

• A escultura (refinamento) da ponta, assim como ajustes de rotação e projeção, podem ser mais precisos e fáceis de executar.

• A remoção de tecido de cicatrização excessivo formado entre as cartilagens e a pele devido à(s) cirurgia(s) anterior(es) pode ser mais fácil e precisa.

• As técnicas descritas, quando executadas corretamente, podem oferecer resultados mais previsíveis, duradouros e consistentes.

O emprego da via aberta tem as seguintes desvantagens: maior tempo cirúrgico e o inchaço da ponta pode demorar um pouco mais para desaparecer. A rinoplastia aberta deixa uma cicatriz externa praticamente imperceptível a uma distância de conversação normal. A qualidade desta cicatriz depende fundamentalmente da execução correta da incisão e do fechamento por parte do cirurgião, sendo que menos de 1% dos pacientes se queixa do aspecto estético da cicatriz após 1 ano da cirurgia. A via aberta pode ser considerada um pouco mais "agressiva", pois uma dissecção mais extensa é necessária para expor as cartilagens. De qualquer forma, como visto anteriormente, os benefícios da rinoplastia aberta podem ser mais significativos do que as desvantagens!

Considerando as vantagens de cada filosofia e via de acesso, muitos especialistas acreditam que a abordagem mais confiável, consistente e precisa atualmente é a rinoplastia estruturada pela via aberta, tanto para a rinoplastia primária como para a rinoplastia secundária. Para estes especialistas, a via fechada pode ser usada para corrigir pequenos defeitos em casos onde a relação custo/benefício da rinoplastia aberta não é favorável.

2) Diagnóstico das Alterações Presentes

Neste momento, o cirurgião deve analisar o estado das cartilagens remanescentes, quantificar a presença de tecido de cicatrização, analisar o estado da pele e correlacionar estes achados intra-operatórios com o plano cirúrgico. Em outras palavras, é neste momento que o cirurgião começa a elaborar as táticas cirúrgicas que serão necessárias para reconstruir o nariz. Além disso, fragmentos inúteis de cartilagem, enxertos antigos sem função e materiais de preenchimento são cuidadosamente retirados neste momento.

Rinoplastia Clínica do dr. Alan Landecker >

Compartilhe Linkedin

Dr. Alan Landecker

  • Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (FMUSP), CRM-SP 87043.
  • Formado em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP).
  • Formado em Cirurgia Plástica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Serviço do Professor Ivo Pitanguy) e na Clínica Ivo Pitanguy.
  • Reconhecimento do diploma médico nos EUA (ECFMG/USMLE).
  • Estagiário clínico-cirúrgico e de pesquisa nas Universidades de Miami, Alabama at Birmingham, Pittsburgh, Chicago, Nova York e Texas Southwestern, EUA.
  • Especializado em rinoplastia estruturada primária e secundária (Rhinoplasty Fellow) pela University of Texas Southwestern at Dallas, Texas, EUA, sob o Dr. Jack P. Gunter.
  • Instrutor do Dallas Rhinoplasty Symposium, curso anual teórico-prático em rinoplastia, realizado anualmente em Dallas, Texas, EUA, 2006-2008.
  • Especialista em Cirurgia Plástica e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
  • Consultor científico na área de Cirurgia Plástica da revista Men´s Health Brasil.
  • Editor da parte de rinoplastia no site da PSEN (Plastic Surgery Education Network), site educacional oficial da ASPS (American Society of Plastic Surgery).
  • Membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS).
  • Membro da Rhinoplasty Society (Sociedade Internacional de Rinoplastia).
Consulte o Curriculum Vitae do Dr. Alan Landecker para obter: participação em congressos, lista de aulas sobre rinoplastia estruturada primária e secundária em congressos nacionais e internacionais, lista de publicações científicas em revistas e sites nacionais e internacionais, lista de autoria de capítulos no livro “Dallas Rhinoplasty: Nasal Surgery by the Masters, 2nd Edition", Editora QMP, EUA e autoria de livros sobre a especialidade de Cirurgia Plástica.

Acompanhe tudo sobre Rinoplastia, Cirurgia Plástica e Clínica de Estética seguindo nossas comunidades no Facebook:

Endereço

Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 2738
Jardim Paulistano CEP 01442-002 - São Paulo - SP - Brasil
Telefone: (11) 3032-9977